A: Porque você tá chorando?
B: Ah… [Porque eu te amo e não aguento mais um dia sem você. Porque suas provocações me fazem ficar mal, porque seu desinteresse dói lá no fundinho. Porque eu sinto falta de tudo que nós vivemos, sinto falta dos seus carinhos, seus beijos, sinto falta do jeito como me tratava. Porque você me trata mal, porque você não tá nem aí pra mim, porque eu passo o dia me perguntando como você tá, porque dói saber que você fica com outras, que você faz outra menina sentir tudo que eu sinto. Porque eu to cansada de te amar e não poder demonstrar, to cansada de tentar te mostrar que sinto a sua falta e só levar patada, corte. Porque eu cansei de fingir que é passado, que eu não to nem ai. Porque eu odeio a incerteza, odeio sua indiferença. Porque eu te amo.] Não é nada, não se preocupa. Já passa.
Apenas textos que encontro por ai, em diversos sites, textos que me fizeram sentir algo, que me fizeram sorrir e refletir, que quero mostrar aos meus leitores lindos (: hehe. (Ps: todos tem créditos)
domingo, 31 de outubro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama.William Shakespeare
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Você se cansa da hipocrisia, da falsidade, da ameaça constante, se cansa da estupidez, da apatia, da angústia, da insatisfação, da injustiça, do frenezi, da busca impossível e infinita de algo que não sabe o que é. Se cansa de amores incompletos, de amores platônicos, de falta de amor, de excesso disso e daquilo. Se cansa do “apesar de”. Se cansa do rabo entre as pernas, da sensação de estar sendo prejudicado, se cansa do “a vida é assim mesmo”.
Pc Siqueira
domingo, 24 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
“Então, que seja doce, repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. tudo é tão vago como se não fosse nada…”
Caio Fernando Abreu
terça-feira, 19 de outubro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
Adeus você
Sempre chega um hora que não dá mais pra viver essa história mal contada, não sei como escrever.
Você não dá atenção ao que eu tenho pra dizer, dias em que o coração quase para de bater.
E um dia eu vou partir;
E um dia tu vais ver que isso tudo foi ruim, e eu não vou estar pra ouvir desculpas, que para mim, não me impedem de fugir.
Fecho as portas para ti, e tu choras sem saber que dói muito mais em mim, mais em mim do que em você.
Eu não quis te magoar, não quis te fazer chorar sozinha sabendo que tinha o mundo nas mãos.
Perdeu. Eu não quis te abandonar.
Você ignorou o que eu sentia, e agora está dizendo que não. Tarde demais.
Mas um dia, outra hora chega a hora de ir embora.
Como acaba essa história pra você?
E eu estou partindo agora;
Guardo tudo na memória;
Vou andando sem demora;
Adeus você.
Composition by Lucas Silveira.
Você não dá atenção ao que eu tenho pra dizer, dias em que o coração quase para de bater.
E um dia eu vou partir;
E um dia tu vais ver que isso tudo foi ruim, e eu não vou estar pra ouvir desculpas, que para mim, não me impedem de fugir.
Fecho as portas para ti, e tu choras sem saber que dói muito mais em mim, mais em mim do que em você.
Eu não quis te magoar, não quis te fazer chorar sozinha sabendo que tinha o mundo nas mãos.
Perdeu. Eu não quis te abandonar.
Você ignorou o que eu sentia, e agora está dizendo que não. Tarde demais.
Mas um dia, outra hora chega a hora de ir embora.
Como acaba essa história pra você?
E eu estou partindo agora;
Guardo tudo na memória;
Vou andando sem demora;
Adeus você.
Composition by Lucas Silveira.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
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